
Segundo os advogados do candidato, bases oficiais com dados pessoais de brasileiros teriam sido utilizadas para divulgar benefícios e ações federais, favorecendo a candidatura à reeleição. Entre os conteúdos questionados estão comunicações sobre Bolsa Família, Gás do Povo e Farmácia Popular.
Além da cassação, a campanha solicita a inelegibilidade de Lula e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, por oito anos. Também pede a suspensão dos envios, a preservação dos registros e informações sobre custos e destinatários. O processo foi distribuído ao ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
As acusações dependem de análise judicial. A reportagem consultada não informa decisão sobre os pedidos nem apresenta manifestação dos citados.
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