O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou neste domingo (4) que “grande parte” da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro foi morta durante a operação realizada pelos Estados Unidos no sábado (3). A declaração foi feita em um pronunciamento divulgado em vídeo.
Segundo Padrino López, a ação resultou no “assassinato a sangue frio de grande parte de sua equipe de segurança, além de soldados e civis inocentes”. As informações, de acordo com o ministro, ainda estão sendo apuradas pelas autoridades venezuelanas, que trabalham no levantamento oficial do número de mortos e feridos.
No sábado, o chefe da Defesa já havia se manifestado sobre o episódio, informando que o país reúne dados para dimensionar o impacto da ofensiva. Na ocasião, ele reforçou que a Venezuela não aceitará a presença de tropas estrangeiras em seu território e prometeu resistência diante do que classificou como uma invasão.
“Esta incursão representa a maior afronta que o país já sofreu”, afirmou Padrino López, acrescentando que as Forças Armadas permanecem em alerta máximo. Até o momento, não houve confirmação independente dos números citados nem um posicionamento detalhado do governo dos Estados Unidos sobre as declarações do ministro venezuelano.


