O advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha morreu aos 56 anos, em Brasília. A informação foi confirmada por familiares e divulgada por diferentes veículos de comunicação. As circunstâncias iniciais apontam para uma possível morte por causas naturais.
De acordo com as informações conhecidas até o momento, a principal hipótese é de que o advogado tenha sido vítima de um mal súbito, possivelmente provocado por um infarto fulminante. O corpo foi encaminhado para os procedimentos periciais e legais previstos, e, até a última atualização, não havia qualquer indicação oficial de que o caso tenha relação com ação criminosa.
Luiz Felipe ganhou projeção nacional ao assumir a defesa de diversos investigados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A atuação ocorreu, em grande parte, de forma voluntária, representando réus envolvidos nos processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF).
Além da atuação nos tribunais brasileiros, o advogado também levou representações à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), nas quais questionava supostas violações de direitos de pessoas presas em decorrência das investigações relacionadas aos acontecimentos de 8 de janeiro.
A notícia da morte repercutiu entre profissionais do Direito, autoridades e pessoas que acompanharam sua trajetória. Entidades da advocacia, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), divulgaram manifestações de pesar em homenagem ao advogado.
Nas redes sociais, o falecimento também gerou ampla repercussão, com mensagens de condolências, homenagens e debates sobre sua participação em processos de grande relevância política e jurídica nos últimos anos.

